Posfácio
MUITO OBRIGADO por adquirirem o Volume 9 de Sobrevivendo em Outro Mundo com Minha Senhorita!
Fico tão feliz por conseguir lançar o Volume 9... mas não consigo manter esse ritmo! O meu cronograma vai acabar comigo a esta taxa!
Escrevo este posfácio no início de abril. Provavelmente já é primavera na região de Tóquio, mas aqui em Hokkaido? Nem perto. Vai levar pelo menos mais um mês antes que as flores de cerejeira comecem a desabrochar.
Além disso, a mudança de estações aqui causa algumas variações severas na temperatura. E quando começa a chover, você recebe aquele golpe duplo da pressão atmosférica no corpo que simplesmente te nocauteia. Cara, envelhecer é dose. Realmente é.
Agora, então, hora de uma pequena atualização de vida. Mais especificamente, sobre quais jogos venho jogando.
Recentemente, estou jogando aquele jogo de caça a monstros que é popular no mundo todo. Venho avançando nele aos poucos sempre que encontro brechas no meu cronograma mega-apertado. Até o jogo anterior, eu achava que era preciso ser louco para querer ficar cara a cara e colado com monstros tão imensos, então eu sempre usava armas de projétil. Mas desta vez, escolho a superestilosa lança-arma.
Cara, isso é divertido demais!
É divertido ficar todo tipo [vou explodir essa sua cara feia!], antes de usar aquele grande movimento explosivo. Ou cravar aquele movimento giratório bem em cima de uma ferida. Parece doloroso, mas é mega divertido. Ainda assim, a melhor coisa é bloquear o ataque de um monstro gigante com o seu escudo e empurrá-lo de volta. Divertido até demais.
Cara, não tem como os caçadores serem humanos!
Oh, e também fiquei totalmente viciado em um certo jogo ocidental que um amigo recomendou, onde você lidera um grupo de mercenários e caminha por um mundo em estilo medieval. Passa uma sensação boa contratar párias, como um antigo ladrão ou um caçador. Pagar a eles tipo 120 moedas de ouro para fazer um trabalho que rende 400 e depois ficar todo tipo [finalmente estou no azul! Isso aí!].
Para onde foi o meu senso de moral...? Onde está você?
Mas não se trata apenas de lutar. Você precisa gerenciar os recursos de comida de que o seu povo necessita, gerenciar o seu bando de mercenários — como os salários deles — e além de tudo manter a moral alta. As várias facções no mundo também têm os seus próprios níveis de afinidade, então é um jogo super profundo e loucamente divertido.
Eu também quero muito jogar o jogo mais novo da franquia Atelier e um monte de outros, mas... onde está o tempo? Oh, tempo, onde está você?? O meu cronograma tem estado tão lotado que não tenho tempo para jogar! Fico feliz por estar ocupado, mas ainda assim!
Mudando de assunto — desta vez, vou falar sobre a magia e a energia mágica dentro deste mundo.
Há alguns spoilers de ambientação aqui, mas acho que já passou da hora de eu esclarecer as coisas. Furtivamente! No posfácio!
Em Sobrevivendo em Outro Mundo, a energia mágica é uma vasta rede de energia instalada no planeta. Especificamente, no subsolo. Quando uma conduta subterrânea sofre danos, sejam mínimos ou severos, partículas de alta energia irrompem dela. Áreas onde essas partículas de energia fluem para fora a partir de condutas levemente danificadas são conhecidas como poços de energia mágica, enquanto áreas com condutas fortemente danificadas que jorram partículas de energia são chamadas de cavidades de veias.
Essas partículas de energia não podem ser manejadas a menos que um indivíduo possua um órgão especial no seu corpo. E mesmo se tiverem esse órgão, a habilidade de manejar este fenômeno que à primeira vista parece sobrenatural (magia) depende inteiramente do quão bem esse órgão performa. O Kousuke, por exemplo, não tem esse órgão, então não importa o que faça, ele nunca será capaz de usar magia.
Raças conhecidas pelo seu talento em conjuração mágica — como os elfos ou os ciclopes — possuem versões poderosas desse órgão graças à genética. Você poderia inclusive dizer que é um traço especial de suas respectivas raças. Quanto aos Soberanos — a raça da Melty —, o órgão passou por um crescimento anormal a este respeito. Tipo uma mutação.
Se tudo isso soa como ficção científica, é porque é. O mundo pode parecer um reino de fantasia de espadas e magia, mas, na realidade, é na verdade um mundo de ficção científica.
Obviamente, existe um grupo que instalou intencionalmente a rede de energia e implantou o órgão especial em certas pessoas, permitindo que usem a referida energia. Se está tudo bem com eles ou não, bem, vou deixar isso quieto por enquanto. Deixando isso para mais tarde: o que os elfos chamam de espíritos também não é um elemento de fantasia da história. São um tipo de IA, drone ou ferramenta de suporte projetada para gerenciar e usar as partículas de alta energia. O mesmo se aplica ao que os sacerdotes adolistas chamam de espíritos sagrados, anjos ou a voz de Deus.
Na sua essência, a magia espiritual e os milagres aos quais os sacerdotes adolistas se referem são o mesmo fenômeno. Criar fenômenos usando apenas o próprio órgão é magia, enquanto usar uma ferramenta de suporte para produzir fenômenos é magia espiritual ou milagres.
Quanto ao que a Ira e a Ifriita chamam de mana e od na história, representam partículas brutas de alta energia não processadas, bem como partículas de alta energia que foram reunidas e moldadas no órgão.
Eu poderia entrar em muito mais detalhes, mas já estou batendo no meu limite de páginas, então isso é tudo para este volume!
Finalmente, gostaria de estender a minha mais profunda gratidão ao O-san da GC Novels, ao Yappen pelas ilustrações, a todos os envolvidos na publicação deste volume e, acima de tudo, a todos que adquiriram este livro.
Se possível, espero que possamos nos encontrar novamente no próximo volume!
— Ryuto


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